Parque Estadual Pico Paraná (PEPP)

Horário de Atendimento:
Todos os dias, das 8h às 17h, portaria 24h

Chefe da Unidade:
Anselmo Silveira Loures

Contato:
Telefone: (41) 3213-3400
E-mail: iapcuritiba@iat.pr.gov.br

Como chegar:
Pela BR-116, passando o Posto do Tio Doca, entra à direita na Ponte do Rio Tucum, seguindo por 6 km passando pela Fazenda Pico Paraná e Fazenda Rio das Pedras até a base do IAT, final da estrada e início do acesso à trilha para o Pico Paraná e outros cumes daquela Unidade de Conservação.

Localização:
Campina Grande do Sul e Antonina

 

O Parque Estadual Pico Paraná foi criado em 2002 e abriga algumas das maiores formações rochosas do Estado do Paraná, entre as quais, o Pico Paraná (1.877,39m), o Ibitirati (1.877m), o Ciririca, o Agudo da Cotia. O Pico Paraná é o mais alto do sul do país, localizado na Serra do Mar do Paraná, também conhecido por Serra do Ibitiraquire, que em tupi significa "Serra Verde".

No Parque Estadual Pico Paraná fica o ponto mais alto do Sul do país com 1.899,39 metros acima do nível do mar. Um cenário rodeado pela Serra Ibitiraquire e montanhas encravadas no trecho de floresta atlântica mais bem conservado do Brasil. O Pico Paraná possui 1.877,39 metros.

O Parque atrai montanhistas e aventureiros de todos os lugares, que trilham o cenário descoberto pelo pesquisador alemão Reinhard Maack em 1940. O principais atrativos do parque são o Pico Paraná, maior pico do Sul do Brasil com seus 1.877 m, sendo rodeado pelos picos Caratuva, Itapiroca, Ferraria e Taipabuçu. Do topo do Pico Paraná é possível avistar todo o conjunto de serras e as baías de Paranaguá e Antonina, além de Curitiba e região.

Da entrada principal do Parque, no município de Campina Grande Sul, a caminhada até o cume leva de 6 a 10 horas e exige uma boa dose de preparo físico dos visitantes, pois a uma caminhada até lá é grande e possui trechos difíceis até o cume.

No Parque, a mata é exuberante e densa, colorida e cheia de sons e nuances. A floresta é formada por arbustos, xaxins, trepadeiras e os mais variados tipos de bromélias, orquídeas e samambaias que convivem com árvores de mais de 30 metros de altura como o cedro, a canjarana, a figueira-branca, a caneta-preta e o sassafrás.

Em diferentes épocas do ano, a floresta fica ainda mais bela quando guapuruvus, guaricicas e quaresmeiras se cobrem de flores.

No Parque é possível ver animais como bugios, serelepes, pacas, ouriços, quatis, cutias e jaguatiricas que deixam pegadas por toda a floresta e podem ser observados à distância. São, ao todo, 71 espécies, muitas delas ameaçadas de extinção como a onça-pintada e a suçuarana.

O Informativo nº 001/2021 da Diretoria do Patrimônio Natural, publicado oficialmente pela Gerência de Áreas Protegidas, dispõe sobre o horário de funcionamento estendido exclusivamente e demais providências para as Unidades de Conservação Parque Estadual Pico do Marumbi, Parque Estadual Pico Paraná e Parque Estadual Serra da Baitaca, pode ser acessado aqui.

Recomendações

  • Repelente, protetor solar e roupas confortáveis são essenciais;
  • Use calçados sempre fechados e confortáveis;
  • Comida e água são importantes (mas lembre-se de trazer todos os resíduos de volta, incluindo os resíduos orgânicos, a exemplo de cascas e sementes de frutas);
  • Contribua com a conservação do Parque Estadual Pico Paraná andando somente pelas trilhas sinalizadas e locais de descanso permitidos;
  • Procure andar sempre em grupos pequenos;
  • Procure andar em silêncio, contemple a natureza, tire apenas fotografias;

Recomendações acerca do Coronavírus

  • É obrigatório uso de máscara nas embarcações, trilhas, restaurantes e espaços comuns nas pousadas e campings;
  • Utilizar máscara cobrindo boca e nariz, apenas tocar no elástico da máscara quando necessário;
  • Manter higiene das mãos e máscaras;
  • Trocar as máscaras a cada duas horas ou quando necessário;
  • Manter o distanciamento social possível e evitar aglomerações;
  • Não compartilhar copos e utensílios pessoais com outros grupos, sem a higienização necessária

Atividades proibidas:

  • Ingresso de animais domésticos;
  • Fumar;
  • O consumo de bebidas alcoólicas;
  • Acampar
  • O uso de equipamentos que causem distúrbios sonoros na área;
  • Qualquer tipo de comércio ambulante na área do Parque;
  • Andar de carro ou moto fora do estacionamento;
  • O abandono de lixo, detritos de qualquer natureza ou outros materiais que maculem a integridade paisagística sanitária ou cênica da área;
  • Sair fora das trilhas previamente demarcadas e sinalizadas;
  • A prática de atos que possam provocar incêndios na área (fogueiras e churrascos);
  • Porte de facas, facões, foices, assim como de quaisquer outras ferramentas manuais de corte, armas de fogo, motosserras e equipamentos que causem distúrbios sonoros na área;
  • Coletar, depredar, entalhar e desgalhar as espécies arbóreas mantidas nas diversas áreas do Parque;
  • Caçar, pescar, coletar e apanhar peças do meio físico e de espécimes da flora e da fauna em todas as zonas de manejo, ressalvadas aquelas com finalidades científicas, desde que autorizadas pelo IAT - Diretoria do Patrimônio Natural (DIPAN);
  • A entrada de pessoas, veículos e equipamentos dentro do Parque não autorizados pelo IAT;
  • Alimentar e assustar os animais.

Para sua segurança:

  • Cadastre-se. O cadastro é sua garantia de socorro numa emergência;
  • Evite tanto caminhar sozinho, como em grupos muito grandes;
  • A visita ao Parque é realizada por trilhas. Evite danos ao meio ambiente não saindo das trilhas indicadas;
  • Em caso de acidente, procure avisar a administração do Parque o mais rápido possível;
  • Obedeça a sinalização e a orientação dos funcionários e voluntários.

O cadastro deve ser preenchido na chegada à Unidade de Conservação, para segurança do visitante e para a gerência do Parque elaborar estatísticas de atividades, acesso, procedência, faixa etária, etc.